Os ventos que as vezes tiram algo que amamos, são os mesmos que trazem algo que aprendemos a amar... Por isso não devemos chorar pelo que nos foi tirado e sim, aprender a amar o que nos foi dado.Pois tudo aquilo que é realmente nosso, nunca se vai para sempre... Bob Marley
A razão da minha felicidade.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Dislexia
Identificando a dislexia nos primeiros anos após a alfabetização.

A dislexia é considerada como um distúrbio ou transtorno de aprendizagem na escrita, na leitura e na soletração. Tal distúrbio ocorre em maior incidência nas salas de aula. Segundo pesquisas realizadas a nível mundial, em torno de 5% a 17% da população mundial é disléxica.
É de ressaltar que a dislexia não é conseqüência de uma má alfabetização, desmotivação, posição social, raciocínio lento, entre outros. Quando a dislexia aparece nos primeiros anos de vida, logo após a alfabetização, o ideal é que a criança seja encaminhada a um fonoaudiólogo.
A equipe multidisciplinar é extremamente necessária para que se tenha um acompanhamento mais específico perante as dificuldades apresentadas após a realização do diagnóstico, proporcionando que o indivíduo apresente evoluções mais concretas. No intuito de identificar a dislexia precocemente segue abaixo alguns sinais a serem observados por pais e professores:
• Realiza a leitura e a cópia na lousa com lentidão;
• Apresenta caligrafia ruim, bem como erros de grafia;
• Trocam letras, em especial as que apresentam sons semelhantes como (f e v) , (b e p) , (d e t);
• Dificuldade em assimilar as letras aos sons correspondentes;
• Dificuldade quanto à lateralidade;
• Dificuldade em decorar conteúdos;
• Pula ou inverte letras e sílabas no momento da leitura e da escrita;
• Confunde palavras que emitem sons parecidos, porém com significados diferentes. Ex: faca – vaca;
É de ressaltar que a dislexia não é conseqüência de uma má alfabetização, desmotivação, posição social, raciocínio lento, entre outros. Quando a dislexia aparece nos primeiros anos de vida, logo após a alfabetização, o ideal é que a criança seja encaminhada a um fonoaudiólogo.
A equipe multidisciplinar é extremamente necessária para que se tenha um acompanhamento mais específico perante as dificuldades apresentadas após a realização do diagnóstico, proporcionando que o indivíduo apresente evoluções mais concretas. No intuito de identificar a dislexia precocemente segue abaixo alguns sinais a serem observados por pais e professores:
• Realiza a leitura e a cópia na lousa com lentidão;
• Apresenta caligrafia ruim, bem como erros de grafia;
• Trocam letras, em especial as que apresentam sons semelhantes como (f e v) , (b e p) , (d e t);
• Dificuldade em assimilar as letras aos sons correspondentes;
• Dificuldade quanto à lateralidade;
• Dificuldade em decorar conteúdos;
• Pula ou inverte letras e sílabas no momento da leitura e da escrita;
• Confunde palavras que emitem sons parecidos, porém com significados diferentes. Ex: faca – vaca;
Dicas para o professor lidar com o aluno disléxico
• Estimule o aluno a realizar os exercícios de forma completa, buscando sempre parabenizá-lo pelo seu esforço, bem como pelo seu sucesso;
• Estimule o aluno a realizar os exercícios de forma completa, buscando sempre parabenizá-lo pelo seu esforço, bem como pelo seu sucesso;
• Não excluir o disléxico do ambiente da sala de aula;
• Oriente o aluno a tomar nota de provas, tarefas e pesquisas;
• No momento das avaliações, oferecer um tempo maior, lendo o enunciado em voz alta para todos, atestando que o aluno disléxico tenha compreendido o enunciado;
• Após a explicação do conteúdo, perguntar se apresenta alguma dúvida;
• Oriente a tomar nota de certas explicações ou dicas que não constam no texto abordado;
• Aplicar provas orais, visto que esse aluno em especial, apresenta maior facilidade.
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Por Elen Campos Caiado
Graduada em Fonoaudiologia e Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Combinados
Não importa a idade, as regras e os limites fazem parte da sociedade e desde cedo devemos aprender a conviver com as mesmas.
Saber que o seu direito termina onde começa o direito do outro, aprender a lidar com as diferenças e a resolver seus conflitos é uma constante na vida, seja em que etapa dela se vive.
Por isso, as crianças, desde bem pequenas, devem aprender a conviver com os combinados, os limites, pois não há como passar uma vida fazendo tudo como se quer, na hora que se quer, do jeito que se quer, com as pessoas que se quer.
Pelo contrário, existem as engolidas de sapos, que são importantes para o crescimento e amadurecimento de todos. O que seria do mundo se todos tivessem suas vontades feitas, na hora e do jeito que quisessem?
Pensando nisso, tanto a escola como os pais devem ajudar as crianças a aprimorarem suas formas de convivência, tornando-as mais dóceis, amáveis, alegres, seguras e sociáveis.
Muitos pais acreditam que as crianças não podem passar por frustrações, para não crescerem rebeldes, revoltadas. Uma ideia errônea, pois é através de pequenas frustrações do dia a dia que as mesmas conseguem perceber que nem tudo pode ser de acordo com suas vontades, mas que existe um mundo coletivo que deve ser priorizado.
As crianças precisam de limites para se sentir seguras, pois os limites confortam muito mais que o excesso de liberdade. Impor limites é demonstrar amor, atenção e carinho, proteger o sujeito das armadilhas da convivência.
Pode-se falar o que for, mas não existe família que não passe por problemas de brigas e desentendimentos entre crianças. O que não pode acontecer são os pais tomarem partido dos mesmos, para não criar outros tipos de desavenças no meio familiar.
Para isso, é interessante que as regras estejam bem claras para todos, como: emprestar os brinquedos, trocar os brinquedos em determinados momentos, não bater no outro, não xingar, não puxar cabelos, não morder, não gritar, enfim, todas aquelas situações que podem virar um problema. Se for preciso, faça um cartaz com todas essas anotações, com figuras recortadas de revistas (é importante que as crianças participem da pesquisa das imagens), e depois que cada um assine ou carimbe sua mão, mostrando que concordou com as regras e que irá cumpri-las.
Na escola não é diferente. Como o número de crianças é bem maior, os professores devem estabelecer os combinados, norteando os alunos dos seus direitos e deveres. Aliás, na escola, tudo o que for trabalhado deve ser apresentado com antecedência para as crianças, a fim de trabalhar a organização do tempo; hora da chegada, hora da conversa, hora da tarefa, hora de brincar, hora de lanchar, etc., pois assim as mesmas vão se acostumando à rotina escolar, ficando mais propensas a aceitar as regras.
Da mesma forma, o respeito ao outro deve aparecer em cartazes de combinados, também decorados com figuras e assinados por todos. É importante relembrar os combinados quase que diariamente, para não deixar passar em branco qualquer atitude que fuja aos mesmos.
Alguns professores fazem carinhas alegres ou tristes e colocam nos cartazes, avaliando se o comportamento da turma está adequado com as regras estabelecidas. A autoavaliação é muito interessante de ser trabalhada, pois as crianças refletem sobre suas condutas, assim como dos colegas, apontando onde cada um errou e como podem melhorar.
Ao final do dia, deixe que cada um coloque ao lado do seu nome uma carinha (alegre ou triste) indicando como ele próprio avaliou o comportamento do dia. É uma ótima forma de fazê-los perceber os erros e tentar melhorar.
Nunca distribua a carinha por conta própria, como se estivesse punindo a criança. “Eu não gostei do que o fulano fez, então ele vai ganhar uma carinha triste”, afinal, a criança precisa aprender a refletir sobre suas atitudes. Ela própria se aborrece ou se entristece por não conseguir cumprir os combinados e sente que precisa melhorar.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola
Graduada em Pedagogia
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