A razão da minha felicidade.

A razão da minha felicidade.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Um novo educador para um novo tempo

Feb 21

2/21/2011 5:52 AM 


A evolução do processo de socialização e racionalização do homem caminha a passos largos e rápidos, como nunca visto. Processos e métodos têm multiplicado a velocidade com que saberes e conhecimentos são produzidos e disseminados, estabelecendo novas relações do homem com o conhecimento. Novas demandas surgem como: acessibilidade aos meios de produção e de disseminação de informações; observância de valores e princípios éticos no uso destes meios; inserção das mídias no processo educativo. Estas discussões se tornam ainda mais significativas, tendo em vista, que o século XXI, em sua primeira década tem se revelado, o tempo das tecnologias no processo educativo. Investimentos na aquisição de equipamentos, na criação de softwares educacionais e na qualificação de profissionais para o seu uso, fazem das mídias um importante aliado na proposição de uma nova forma educar seres humanos. O ingresso dos educadores nos vastos campos do universo midiático virtual lhe exige uma pré-disposição à transformação, convertendo-o num profissional em constante conflito com posturas e metodologias engessadas e retrógradas.
Assim, se na indústria convencional, as tecnologias representaram uma ameaça para os trabalhadores menos qualificados, na educação não é diferente. Porém, se na indústria a preocupação está no aumento da produção, na educação o enfoque é outro. A preocupação está na garantia de que todos tenham acesso à informação de forma equânime e saibam utilizá-la de forma a garantir-lhe qualidade de vida. Desta forma o educador do século XXI não será um tecnólogo em informática, mas um profissional que estabeleça uma relação ética entre o saber e o educando.
Mesmo diante deste universo efervescente de transformações e inovações é preciso lembrar que ninguém será capaz de substituir a relação entre seres humanos no processo educativo. Ao contrário, as mídias e todas as tecnologias agregadas a elas, servirão para que se tenham ainda mais tempo e motivos para fortalecer estas relações. O simples contato com o saber não significa aprendizagem, ao contrário, pode representar alienação, dominação e até exclusão.

Alienação pelo fato de que a não compreensão do que é disseminado pelas mídias pode distorcer a possibilidade transformadora daquele saber. O simples fato de estar informado, não garante ao sujeito que ele seja capaz utilizar aquela informação a seu favor e para o bem comum. Pode-se afirmar que um alienado informado pode assumir uma postura arrogante e prepotente convencendo de sua suposta superioridade frente aos demais. A dominação se manifesta quando as informações são repassadas de tal forma que suas verdadeiras intenções permanecem obscuras. O uso de termos, expressões e a manipulação de estratégias de linguagem podem induzir às pessoas a submeter-se ao domínio de quem detêm a possibilidade de “rechear” os ambientes midiáticos de conceitos e idéias reacionárias. É sem dúvida, muito difícil identificar e desfazer este direcionamento, dada a velocidade com que as posturas reacionárias e dominadoras se dissemina.
 A exclusão pode se dar pelo simples fato de que um grande contingente de seres humanos simplesmente não tem acesso a este novo universo, como pela incapacidade de perceber as intenções de determinadas informações ou conteúdos. Independente da forma, a exclusão se revela cruel e desumana, pois incide sobre a massa menos favorecida, fortalecendo o domínio da minoria sobre a maioria. Assim, o educador do século XXI será um sujeito (trans)formado e comprometido com valores éticos e humanos. Mais do que saber conteúdos, necessita ser um sujeito apto a discutir saberes científicos e a analisar informações com base em valores. É fundamental que seja capaz da analisar a historicidade, o contexto e a intencionalidade de informações disseminadas através das mídias, transformando-as num rico espaço de desenvolvimento da criatividade, curiosidade e criticidade. Isto será possível através de uma postura ética do educador, que fará do educando um sujeito de esperança, de compaixão, de solidariedade em favor de uma sociedade em que todos convivam dignamente.
Fonte: Nilton Bruno Tomelin - Revista Gestão Universitária, Edição 259

Professor, como aproximar os alunos novos?

Feb 22

2/22/2011 11:39 AM 

A maior arte do professor está em conseguir entrosar alunos novos com aos antigos. Isso pode acontecer em qualquer época do ano quando chega um ou outro aluno por transferência de outra escola, ou de outro turno, mas é muito mais frequente no começo do ano letivo. Gostamos de mudanças quando elas partem de dentro de nós, dos sonhos, dos projetos, da simples vontade ou até mesmo por uma necessidade, e é partir para o “melhor”. Em sã consciência ninguém deseja piorar de qualidade de vida, não importam os motivos, de se distanciar do seu “bom” e ir para o “ruim”. Estas mudanças geralmente ocorrem por pressões exteriores, não por vontade própria. Para os migrantes, além dos problemas ou facilidades materiais e psicológicos que têm de enfrentar, há um posicionamento afetivo que pode melhorar ou piorar qualquer mudança: é onde se coloca o conceito: melhor ou pior do que... Se eu mudo para o melhor que estou, então está tudo bem, o novo fica endeusado. Mas se eu mudo para pior, então está tudo mal, o novo fica demonizado. Repare que este conceito está relacionado com o mundo interior de cada um. Portanto, uma mudança familiar pode agradar  uns e desagradar outros. Este conceito leva a uma avaliação do como estava, bem ou mal, antes da mudança.
Quando um aluno vai para uma escola sabidamente pior do que aquela em que estava, é fraco o desejo de se entrosar com o pessoal que já está lá. O professor tem imensa importância neste caso, pois ele lhe é a única referência inicial, mesmo que o transferente não demonstre interesse em se enturmar. Ainda que não se interesse pelos colegas, ele precisará se entrosar. O aluno migrante que sabe que está no novo somente para ser aprovado, e em seguida ir para outra “escola boa”, ele pode considerar-se em trânsito nesta escola “ruim”. Para ele, o “bom” ficou onde estava e estará para onde irá depois de aprovado. Então esta escola é “boa” somente para passar de ano. Mas há os que deixaram o “bom” porque de fato lá não renderam, de lá foram expulsos ou mais amenamente convidados a se retirarem. Isto significa que esta escola “ruim” tem que ser “boa” para ele poder aproveitar esta chance e aprumar-se nos estudos. Merece um bom trabalho do professor, pois este aluno veio para ficar e não para piorar.
Geralmente quem tem que se adaptar é o aluno novo e não os velhos que lá já estavam, mas o professor tem que ser a sensibilidade para perceber e explorar as trocas viáveis entre eles. E Geralmente os aspectos positivos devem ser ressaltados, pois estes favorecem as aproximações. Se houver uma apresentação formal, com adolescentes maiores, seria uma quebra de gelo muito grande investir um tempo para apresentações mútuas das qualidades. Eu sou Paulo, bom em...; Meu nome é José, mais conhecido como Zelão e gosto de música etc. Se em um grupo de alunos cada um deles recebe uma atenção equânime todos terão seu momento de celebridade. O clima desta apresentação pode parecer um velório ou uma festa. Isto depende do professor, que exige maior rigor e seriedade ou que estimule a criatividade mas que não vire a maior bagunça... Quanto à matéria vale a pena pesquisar com uma pergunta da matéria do dia: Quem sabe o que é... Quem não souber, aluno novo ou velho, pergunte a quem sabe, novo ou velho. A explicação do aluno pode ser base para a aula do dia para o professor. Isso nivela os conhecimentos.
Fonte: Içami Tiba - Portal UOL Educação, 15/02/2011

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

PEDAGOGIA

Dicas para decorar a sala com a turma

Dicas para decorar a sala de aula em parceria com a criançada - com critérios pedagógicos

Nova-Escola

27/01/2010 17:35

Texto
Paulo Araújo
Foto: Rogerio Voltan
Foto: Origamis

Feitas pela molecada, a ambientação das salas deve se relacionar com o que a pré-escola está trabalhando

Desde o início de 2007, as escolas de Educação Infantil do Grande Recife (PE) estão de cara nova, enfeitadas com peças feitas pelas crianças, que reproduzem locais importantes da capital pernambucana. Os novos objetos de decoração, aprendizagem e diversão são feitos com a técnica de empapelamento – que utiliza jornal com cola para recobrir papelão. "Foi uma verdadeira transformação no jeito de planejar e usar o espaço", diz a arte educadora Denise Nalini, responsável pela capacitação dos 400 professores da rede municipal.

Há dois anos, a Gerência de Educação Infantil da Secretaria de Educação do Recife planejava a reformulação visual das creches, mas a maioria dos educadores resistia à idéia. A saída foi fazer um programa de capacitação para que eles passassem a considerar a classe como um espaço de reflexão sobre o processo de aprendizagem.

O objetivo é organizar o espaço com critérios pedagógicos em conjunto com as crianças e assim, enriquecer o repertório lúdico dos alunos da pré-escola. A tarefa leva dois meses. "Produzir os materiais permite às crianças sentir que o lugar é realmente delas", diz Gisete Lima, diretora da Creche da Associação Cristã Feminina do Recife.

A iniciativa de mudar a decoração da escola pode vir da direção ou do corpo docente, mas é fundamental que toda a equipe participe da escolha dos temas e colabore no planejamento. Veja, a seguir, a lista de materiais necessários e o passo-a-passo para decorar as salas-de-aula.

Material:
Barbante, cola branca, fita crepe, guache branco, pigmentos comestíveis ou guache colorido, rolos de papel higiênico, caixas de papelão de tamanhos variados, papéis sortidos, tesouras, estiletes, réguas, papel Kraft, cola quente, jornais velhos, bandejas de isopor, garrafas PET, potinhos, caixas de fósforo e botões.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Principais acontecimentos do século XX ( Autor: Rose Morena)




Os trabalhos apresentados foram confeccionados pelos alunos  com a orientação da pró . Outros com o apoio de mães parceiras.





Meus astronautas . Muito fofos.

Carnaval

VOCÊ SABIA?

UMA DAS PRIMEIRAS MARCHINHAS QUE FEZ SUCESSO FOI "ABRE ALAS", ESCRITA EM 1899 POR CHIQUINHA GONZAGA E CONHECIDA POR MUITOS ATÉ OS DIAS DE HOJE.


ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
EU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGAR
EU SOU DA LIRA NÃO POSSO NEGAR

Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
Ó ABRE ALAS QUE EU QUERO PASSAR
ROSA DE OURO É QUE VAI GANHAR
ROSA DE OURO É QUE VAI GANHAR



A JARDINEIRA

BENEDITO LACERDA – 1938

Ó JARDINEIRA POR QUE ESTÁS TÃO TRISTE?
MAS O QUE FOI QUE TE ACONTECEU?
FOI A CAMÉLIA QUE CAIU DO GALHO,
DEU DOIS SUSPIROS E DEPOIS MORREU
VEM JARDINEIRA, VEM MEU AMOR
NÃO FIQUES TRISTE QUE ESSE MUNDO É TODO SEU
TU ÉS MUITO MAIS BONITA
QUE A CAMÉLIA QUE MORREU



AURORA

MÁRIO LAGO - 1940

SE VOCÊ FOSSE SINCERA
Ô Ô Ô Ô AURORA
VEJA SÓ QUE BOM QUE ERA
Ô Ô Ô Ô AURORA
UM LINDO APARTAMENTO
COM PORTEIRO E ELEVADOR
E AR REFRIGERADO
PARA OS DIAS DE CALOR
MADAME ANTES NOME
VOCÊ TERIA AGORA
Ô Ô Ô Ô AURORA

SASSARICANDO


LUIZ ANTÔNIO E ZÉ MÁRIO - 1951

SASSASSARICANDO
TODO MUNDO LEVA A VIDA NO ARAME
SASSASSARICANDO
A VIÚVA, O BROTINHO E A MADAME
O VELHO NA PORTA DA COLOMBO
É UM ASSOMBRO
SASSASSARICANDO
QUEM NÃO TEM SEU SASSARICO
SASSARICA MESMO
SÓ PORQUE SEM SASSARICAR
ESSA VIDA É UM NÓ



ALLAH-LÁ-Ô

HAROLDO LOBO - 1940

ALLAH -LA-O, Ô Ô Ô Ô Ô Ô
MAS QUE CALOR, Ô Ô Ô Ô Ô Ô
ATRAVESSAMOS O DESERTO DO SAARA
O SOL ESTAVA QUENTE E QUEIMOU A NOSSA CARA
ALLAH -LÁ-Ô, ÔÔÔÔÔÔ
MAS QUE CALOR, ÔÔÔÔÔÔ
VIEMOS DO EGITO
E MUITAS VEZES
NÓS TIVEMOS QUE REZAR
ALLAH! ALLAH! ALLAH! MEU BOM ALLAH!
MANDE ÁGUA PRÁ IOIÔ
MANDE ÁGUA PRÁ IAIÁ
ALLAH! MEU BOM ALLAH!





TAI

JOUBERT DE CARVALHO - 1930


TAI EU FIZ TUDO PRÁ VOCÊ GOSTAR DE MIM
Aí MEU BEM NÃO FAZ ASSIM COMIGO NÃO
VOCÊ TEM, VOCÊ TEM QUE ME DAR TEU CORAÇÃO

MEU AMOR NÃO POSSO ESQUECER
SE DA ALEGRIA FAZ TAMBÉM SOFRER
A MINHA VIDA FOI SEMPRE ASSIM
SÓ CHORANDO AS MÁGOAS QUE NÃO TEM FIM

ESSA HISTÓRIA DE GOSTAR DE ALGUÉM
JÁ É MANIA QUE AS PESSOAS TÊM
SE ME AJUDASSE NOSSO SENHOR
EU NÃO PENSARIA MAIS NO AMOR


http://groups.google.com/group/professoressolidarios/browse_thread/thread/8869c72ab84c09c4?hl=pt-BR